monumental,
que tal?
mental?
experimental?
sobrenatural?
Buuuu!
levar?
para onde?
o céu calorento sem estrelas.
Buuuu!
levar o homem a loucura,
fisura, texsitura de caracol,
álcool, pernalto,
Buuuu!
levar a morte?
Caiu.
Reflexões no Boulevar que deixou de existir.
Manhã abaeteuara, 18, Novembro de 2009.
Augusto Sarmento-Pantoja
18 18UTC Novembro 18UTC 2009
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Disponibilizo a Normatização de Capas para trabalhos acadêmicos.
CapasTrabalhoAcadêmico
Prof. Augusto Sarmento-Pantoja
18 18UTC Novembro 18UTC 2009
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Iniciamos no último fim de semana as atividade do curso de Letras e temos tarefas a cumprir durante a semana, entre elas a leitura, fichamento temático e resumo do texto A mulher de Preto de Machado de Assis, conto publicado no livro Contos Fluminenses. Disponibilizo também um slide de Normatização Acadêmica e o texto que utilizamos na aula passada de Crisálida de Machado de Assis ”Musa Consolatrix”. Boa leitura, bons estudos, busquemos ser bons leitores.
Prof. Augusto Sarmento-Pantoja
A Mulher de Preto
Normatização Acadêmica
MUSA CONSOLATRIX
9 09UTC Novembro 09UTC 2009
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19 19UTC Março 19UTC 2009
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7 07UTC Março 07UTC 2009
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Todas as aves nLevad’, amigo, que dormides as manhanas frias,
todalas aves do mundo d’amor diziam.
Leda mi and’euesta manhã fria
Todas as aves do mundo nesta manhã fria
dirão que tu vieste nesta madrugada
Pendurastes teus sapatos na porteira
comestes o pão amanteigado do primeiro forno e demoradamente tragastes,
o pão o mel o café coado os sugos
o fruto agridoce servido em cesta perfumada
Depois
colhestes com as pontas dos dedos as migalhas trigais
(remanescentes)
e levastes aos lábios
E finalmente, dissestes:
Comerás da minha carne e beberás do meu vinho
Pelos próximos tempos
Mas todas as aves nesta manhã fria
Dirão que ainda serás apenas tu
Tânia Sarmento-Pantoja
02 de Março, 2009
2 02UTC Março 02UTC 2009
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Ele foi a casa dela
como quem vai a casa de mãe
Cheiro de café novo
novelo em pó de antigas histórias
regadas a dedos pequenos em areia fina
roga o desenho forjado
que a visita a casa da mãe
não seja uma visita a casa de mãe.
Tânia Sarmento-Pantoja
Março, 2009
1 01UTC Março 01UTC 2009
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25 25UTC Fevereiro 25UTC 2009
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Acobreadamente
(assim se me parece)
em lampejo corpo-goal
olhar oblíquo boca oblíqua
palavras líquidas
sem cor novelo e ócio
se enerva em outridade
enleva gorjeia
(a cor cobre conspira)
difícil equilíbrio
na ordem da suspeita
(Suspeita tem ordem? Vá lá que tenha…
contudo malevolente ubíqua)
se instaura.
E o olhar fere posto que o desejo é ubíquo
acobreadamente oblíquo
Tânia Sarmento-Pantoja
Abril, 2007
23 23UTC Fevereiro 23UTC 2009
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O pó vira pó
possibilidade,
idade do mundo
domina o homem.
mensagem inscrita
escrita no tempo,
pó que vira pó,
pó que vira tempo,
tempo sem escrita
inscrita no homem
comem, mudo.
Silêncio absurdo,
desde a idade do pó.
Augusto Sarmento-Pantoja, 2009,
tarde ensolarada de Fevereiro, 19.
19 19UTC Fevereiro 19UTC 2009
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