BU LEVAR?!

monumental,

que tal?

mental?

experimental?

sobrenatural?

Buuuu!

levar?

para onde?

o céu calorento sem estrelas.

Buuuu!

levar o homem a loucura,

fisura, texsitura de caracol,

álcool, pernalto,

Buuuu!

levar a morte?

Caiu.

Reflexões no Boulevar que deixou de existir.

Manhã abaeteuara, 18, Novembro de 2009.

Augusto Sarmento-Pantoja

Normatização Acadêmica

Disponibilizo a Normatização de Capas para trabalhos acadêmicos.

CapasTrabalhoAcadêmico

Prof. Augusto Sarmento-Pantoja

Letras Língua Portuguesa 2009

Iniciamos no último fim de semana as atividade do curso de Letras e temos tarefas a cumprir durante a semana, entre elas a leitura, fichamento temático e resumo do texto A mulher de Preto de Machado de Assis, conto publicado no livro Contos Fluminenses. Disponibilizo também um slide de Normatização Acadêmica e o texto que utilizamos na aula passada de Crisálida de Machado de Assis ”Musa Consolatrix”. Boa leitura, bons estudos, busquemos ser bons leitores.

Prof. Augusto Sarmento-Pantoja

A Mulher de Preto

Normatização Acadêmica

MUSA CONSOLATRIX

Material Literatura Contemporânea

Disponibilizo o link de um artigo sobre pós-modernidade, imprescindível para o entendimento de vários conceitos que cercam essa estética. Leiam para debatermos.

http://www.cesargiusti.ddfnet.com.br/ufpe/litbr5/text/posmoderbr.pdf

Um abraço,

Profª. Tânia Sarmento-Pantoja

Mudanças em Literatura Portuguesa

Disponibilizo a vocês o programa e indicações de eventos de literatura.
planolitport02
Eventos:

Dalcídio Jurandir, no IFPA (antigo Cefet), 25 e 26/03/09
folderdalcidio

CIELLA, na UFPA, 06 a 08/04/09
http://www.ufpa.br/ciella/taxas.php
http://www.ufpa.br/ciella/pagamento.php

http://www.ufpa.br/ciella/administracao/index_acompanhamento.php

Um grande abraço,
Prof. Augusto

Cantiga de amiga

Todas as aves nLevad’, amigo, que dormides as manhanas frias,
todalas aves do mundo d’amor diziam.
Leda mi and’euesta manhã fria

Todas as aves do mundo nesta manhã fria
dirão que tu vieste nesta madrugada
Pendurastes teus sapatos na porteira
comestes o pão amanteigado do primeiro forno e demoradamente tragastes,
o pão o mel o café coado os sugos
o fruto agridoce servido em cesta perfumada
Depois
colhestes com as pontas dos dedos as migalhas trigais
(remanescentes)
e levastes aos lábios
E finalmente, dissestes:
Comerás da minha carne e beberás do meu vinho
Pelos próximos tempos

Mas todas as aves nesta manhã fria
Dirão que ainda serás apenas tu

Tânia Sarmento-Pantoja
02 de Março, 2009

Madona antiga

Ele foi a casa dela

como quem vai a casa de mãe

Cheiro de café novo

novelo em pó de antigas histórias

regadas a dedos pequenos em areia fina

roga o desenho forjado

que a visita a casa da mãe

não seja uma visita a casa de mãe.

 

Tânia Sarmento-Pantoja

Março, 2009

Literatura Brasileira Contemporânea II

Disponibilizo o texto 1, sobre a produção de Monteiro Lobato, para leitura prévia da disciplina Literatura Brasileira Contemporânea II, que será ministrada no período de 05/03/2009 a 09/04/2009 para a turma Letras 2007 (UFPA/Abaetetuba).

margareth-brandini-park-de-jeca-tatu-a-ze-brasil-a-possivel-cura-da-raca-brasileira

Além disso, vai anexo o plano da disciplina.

planoliterbrascontemp2

Um grande Abraço,

Profª. Tânia Sarmento-Pantoja

ACOBREADAMENTE

Acobreadamente
(assim se me parece)
em lampejo corpo-goal

olhar oblíquo boca oblíqua
palavras líquidas
sem cor novelo e ócio
se enerva em outridade
enleva gorjeia
(a cor cobre conspira)

difícil equilíbrio
na ordem da suspeita
(Suspeita tem ordem? Vá lá que tenha…
contudo malevolente ubíqua)
se instaura.

E o olhar fere posto que o desejo é ubíquo
acobreadamente oblíquo

Tânia Sarmento-Pantoja
Abril, 2007

Matéria Prima

O pó vira pó

possibilidade,

idade do mundo

domina o homem.

mensagem inscrita

escrita no tempo,

pó que vira pó,

pó que vira tempo,

tempo sem escrita

inscrita no homem

comem, mudo.

Silêncio absurdo,

desde a idade do pó.

 

Augusto Sarmento-Pantoja, 2009,

tarde ensolarada de Fevereiro, 19.